Raça Rafeiro do Alentejo
O antigo guardião das planícies alentejanas
Há imagem do que acontece com a grande maioria dos molossos
europeus, o Rafeiro Alentejano descende dos mastins tibetanos, que se
espalharam por todo o continente asiático e que, posteriormente, chegaram a
toda a Europa pela mão dos Romanos. Utilizados inicialmente como cães de
guerra, os molossos sofreram significativas alterações ao longo dos séculos, influenciadas
pelas particularidades de cada região geográfica. Se na Grã-Bretanha foram
utilizados sobretudo como animais de tração, na Península Ibérica foram
desenvolvidos como cães de pastoreio, protegendo os rebanhos de potenciais
predadores, como o lobo ibérico, e de ladrões.
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